RCTag · produto RedID Software Etiquetas  ·  Código de barras  ·  Rastreabilidade

Etiqueta com os seus dados.
Sem licença por máquina.

O RCTag faz cinco coisas, e é bom dizê-las na ordem: você cria as suas tabelas (produtos, clientes, ativos, lotes) e as alimenta pela grade ou importando .csv / .xlsx; desenha a etiqueta num editor visual em que cada texto, código de barras ou QR aponta para um campo dessa tabela; o sistema gera o ZPL e mostra a etiqueta renderizada antes de imprimir; a impressão sai na sua impressora térmica Zebra — ou qualquer uma que fale ZPL — pelo agente instalado na estação, uma a uma ou em lote com numeração sequencial; e o código impresso volta a ser dado quando alguém bipa a etiqueta com o celular. Não é módulo do ERP: é produto próprio, contratado à parte.

ZPLnativo
a linguagem padrão das impressoras térmicas — você vê o código gerado antes de imprimir
0licenças
o editor roda no navegador; a cobrança é por estação de impressão, não por computador que desenha
modelos
a franquia do plano conta etiqueta impressa — desenhar layout é livre
O produto · RCTag

Etiqueta é dado, não desenho.

Editor de etiqueta desktop resolve o desenho e para por aí: os dados vêm de uma planilha colada na mão, a licença é por máquina, e quem precisa conferir na expedição não tem por onde.

O RCTag inverte a ordem. Primeiro os seus dados — modelados como tabela, alimentados por grade ou planilha —, depois o layout amarrado a eles. A etiqueta passa a ser a saída impressa de uma base que continua existindo, e por isso ela também pode ser lida de volta.

Sem rodeio, o que o RCTag faz: guarda os seus dados em tabelas que você mesmo modela; desenha a etiqueta num editor visual com cada elemento amarrado a um campo; gera o código ZPL e o renderiza na tela antes de imprimir; imprime em impressora térmica Zebra ou compatível, pelo agente RCProxy instalado na estação, avulsa ou em lote com numeração sequencial; e lê o código impresso de volta pelo celular. É isso — e é isso inteiro.

O ciclo completo

Seis passos, uma volta fechada.

Do dado à etiqueta impressa, e da etiqueta impressa de volta ao dado. Cada passo é uma tela do sistema — nada aqui é promessa de roadmap, tudo isto está no ar.

01

Modele a tabela

Produto, cliente, ativo, lote — você define os campos que a sua operação usa, num editor de tabelas visual. Não é um cadastro engessado de fábrica: é a sua estrutura.

02

Alimente os dados

Numa grade que se comporta como planilha — ou importando o .csv ou .xlsx que você já tem. O assistente lê o arquivo, propõe delimitador, codificação, separador decimal e linha de cabeçalho, e mostra as primeiras linhas antes de gravar qualquer coisa.

03

Desenhe a etiqueta

No editor visual, arrastando texto, código de barras, QR Code e imagem. Cada elemento aponta para um campo da sua tabela — e o ZPL sai pronto, visível antes de imprimir.

04

Confira antes de imprimir

O sistema desenha na tela a etiqueta renderizada — o mesmo ZPL que vai para a impressora, com os dados reais do registro. É onde se pega template errado enquanto ainda dá para corrigir sem gastar papel.

05

Imprima na estação

O RCProxy, instalado na máquina ligada à impressora, recebe o trabalho e imprime. Temperatura e velocidade são configuradas por estação, porque nem toda impressora e nem todo material aceitam o mesmo ajuste.

06

Leia de volta

O código impresso volta a ser dado quando alguém bipa a etiqueta com o celular — conferência de expedição, inventário, entrada de material. Sem comprar coletor.

O editor

Editor visual completo.

Não é um formulário perguntando onde vai cada campo. É uma prancheta em tela cheia — com régua, guia, camada e cadeado — onde a etiqueta é desenhada olhando para a etiqueta. O ZPL é consequência, não o que você digita.

/01 — Canvas

Arraste e solte

Paleta com texto, código de barras, QR Code, Data Matrix, imagem, caixa e linha. Cada componente redimensiona por oito alças — quatro cantos e quatro bordas — e a própria etiqueta tem as suas três. Duplicar, mandar para frente ou para trás: botão direito.

/02 — Precisão

Guias que grudam

Alinhou com outro componente ou com a borda da etiqueta, a guia aparece e o elemento gruda. Quando o encaixe não é o que você quer, as setas do teclado movem ponto a ponto — com a guia à vista e sem o ímã atrapalhando.

/03 — Medida

Régua e zoom

Réguas nos dois eixos, em milímetro ou em dots, marcadas a cada 5 mm. Zoom pela roda do mouse, com o nível lembrado de uma sessão para a outra — dá para conferir um código de barras de perto sem perder o enquadramento.

/04 — Camadas

Seis camadas e um cadeado

A ordem de desenho é por camada, e uma camada inteira pode ser escondida enquanto você trabalha na de baixo. O que já ficou pronto vai para o cadeado — um componente por vez, ou todos de uma vez — e ninguém arrasta sem querer.

/05 — Propriedades

Árvore e inspetor

Todo componente aparece na árvore e abre no inspetor: posição, tamanho, fonte, rotação de 0°, 90°, 180° e 270° e o campo da sua tabela a que ele está amarrado. A etiqueta também tem as dela — tamanho, margem e fundo branco ou preto, para impressão invertida.

/06 — Prova

Preview ali do lado

Uma aba ao lado do canvas renderiza o ZPL dentro do próprio navegador — sem serviço externo, funcionando offline. É o mesmo código que vai para a impressora, com os dados reais do registro.

As telas

O sistema, como ele é.

Sem mockup e sem tela de demonstração montada para a foto. Clique em qualquer imagem para ampliar.

Modelagem de tabelas

As tabelas do cliente e as relações entre elas, num diagrama. Você desenha a estrutura de dados antes de desenhar a etiqueta.

Modelagem de tabelas do RCTag: diagrama das tabelas do cliente e suas relações.

Alimentação dos dados

Grade densa, edição em linha, busca. A tabela criada no passo anterior vira uma planilha operável — ou recebe o conteúdo de um .csv/.xlsx importado, com um de-para coluna a coluna e a lista das linhas que deram problema no fim.

Tela de dados do RCTag: grade com os registros da tabela de clientes, com código, nome, CPF/CNPJ, telefone, endereço e cidade.

Editor de etiquetas

Texto, código de barras, QR Code e imagem posicionados na área da etiqueta, com camadas, réguas em dots e as propriedades — tamanho, DPI, colunas, rotação — à direita.

Editor de etiquetas do RCTag: canvas de 60×40 mm com os campos do cliente e um QR Code, painel de elementos e camadas à esquerda e propriedades da etiqueta à direita.
Pré-visualização

Você vê a etiqueta antes do papel sair.

A prévia não é um desenho aproximado do editor: é o mesmo ZPL que vai para a impressora, com os dados reais do registro, renderizado como a impressora vai imprimir. Template errado aparece na tela, não na etiqueta que já saiu.

E a renderização acontece dentro do seu navegador — o dado da sua etiqueta não é enviado para nenhum serviço de terceiro para virar imagem. É a diferença entre conferir uma etiqueta de cliente e publicá-la numa API alheia.

No editor
Canvas do editor do RCTag, 480×320 dots (60×40 mm), com os campos cliente.nome, cliente.documento, cliente.cidade, cliente.uf e um QR Code posicionados na área da etiqueta.
No papel
A mesma etiqueta renderizada com os dados do cliente C004: Distribuidora Central S/A, 11.222.333/0001-44, Porto Alegre, RS e o QR Code.

A mesma etiqueta, dos dois lados: à esquerda os campos apontando para a tabela; à direita o registro C004 daquela grade, renderizado.

A etiqueta é a única parte do seu dado que sai da empresa impressa.

— Princípio de design do RCTag

RCProxy · agente de impressão

A nuvem imprime na sua impressora.

Navegador não fala com impressora térmica — nenhum sistema web fala. Por isso existe o RCProxy: um aplicativo pequeno instalado na máquina que está ligada à impressora. Ele recebe o trabalho da nuvem e entrega para o equipamento.

É instalado uma vez por estação, e depois disso ninguém precisa tocá-lo. Preferimos dizer isso em voz alta a deixar você descobrir na implantação: não é SaaS puro, tem um agente local, e ele é a razão de a impressão funcionar de verdade.

Etiqueta de expedição 100×150 mm gerada pelo RCTag: remetente com logotipo, destinatário, código de barras 7891234567895, pedido, nota fiscal, peso e rota.

Etiqueta de expedição 100×150 mm — o mesmo caminho, com uma etiqueta maior e mais campos.

Leitura pelo celular · em desenvolvimento

O celular já é o coletor.

Coletor bluetooth custa entre R$ 100 e R$ 400 por aparelho e dura cerca de três anos. O celular que o seu conferente já tem no bolso lê o mesmo código de barras — e o app de leitura do RCTag entra em todos os planos, com aparelhos ilimitados por estação.

Status honesto: o app está em desenvolvimento e ainda não foi publicado. Está listado aqui porque é parte do produto contratado e porque a franquia de aparelhos já é a definida acima — não porque já dê para usar hoje.

Planos · valores em reais

Você paga pelo que sai na impressora.

Quatro níveis. O que muda entre eles é quantas estações imprimem, quantas etiquetas saem por mês e quantas tabelas você mantém — nunca a quantidade de modelos desenhados, que é livre em todos.

No plano anual você paga 10 meses — dois meses livres em relação ao mensal.

Leitor

Só leitura · 1 estação
R$ 250 /ano instalação e treinamento R$ 250 · somente anual
  • 1 estação
  • celulares ilimitados
  • sem editor de etiquetas
  • sem tabelas próprias
  • leitura de código de barras

Para quem só precisa conferir o que já está etiquetado — expedição, inventário, recebimento.

Básico

Uma operação · 1 estação
R$ 99 /mês ou R$ 990/ano · instalação R$ 600
  • 1 estação de impressão
  • 5.000 etiquetas impressas/mês
  • 5 tabelas
  • modelos de etiqueta ilimitados
  • leitura por celular inclusa

O ponto de entrada de quem imprime numa impressora só.

Max

Sem teto · 10 estações
R$ 250 /mês ou R$ 2.500/ano · instalação R$ 600
  • 10 estações de impressão
  • etiquetas ilimitadas
  • tabelas ilimitadas
  • modelos de etiqueta ilimitados
  • leitura por celular inclusa

Quando o volume deixa de ser previsível e contar etiqueta vira trabalho.

Adicionais quando a operação cresce dentro do mesmo plano: estação extra R$ 49/mês  ·  pacote de 5.000 etiquetas/mês R$ 29.

FAQ

Perguntas que chegam sempre.

Respostas diretas, sem rodeio comercial. Se a sua dúvida não estiver aqui, manda no WhatsApp — a gente responde com a mesma franqueza.

/Q1

O RCTag é um módulo do RedID Cloud ERP?

Não. É produto próprio, com banco próprio, login próprio e contrato à parte. Quem já usa o RCERP não ganha o RCTag junto, e quem contrata o RCTag não precisa ter o ERP.

/Q2

Preciso instalar alguma coisa?

O sistema roda no navegador. Na máquina ligada à impressora roda o RCProxy, instalado uma vez por estação — é ele que conversa com a impressora térmica.

/Q3

A franquia conta modelos ou etiquetas impressas?

Etiquetas impressas. O editor não tem teto de modelos: você desenha quantos layouts quiser e paga pelo que sai na impressora.

/Q4

Funciona com qualquer impressora?

Com impressoras térmicas que entendem ZPL — a linguagem padrão do setor, usada pela Zebra e compatíveis. O código gerado fica visível antes de imprimir.

/Q5

Preciso digitar meus dados no sistema?

Não. Além da grade tipo planilha, existe importação de .csv e .xlsx: o assistente detecta delimitador, codificação e separador decimal, mostra as primeiras linhas, deixa você conferir o de-para de cada coluna e, no fim, diz quantas entraram e quais deram problema. Se a tabela ainda não existe, a própria planilha pode criá-la — uma coluna vira um campo, com o tipo deduzido da amostra.

/Q6

Quantos celulares posso usar para ler?

Ilimitados por estação. A unidade cobrada é a estação, não o aparelho — quem lê pode ser uma pessoa ou dez.

/Q7

O que acontece se eu estourar a franquia do mês?

Você contrata um pacote adicional de 5.000 etiquetas por R$ 29/mês, ou sobe de plano. A conta é por etiqueta impressa, então dá para acompanhar o consumo antes de chegar no limite.

/Q8

Consigo migrar as etiquetas que já uso hoje?

Se o seu layout atual é ZPL, ele é o mesmo padrão que o RCTag gera — a equipe consegue reproduzir o desenho e amarrá-lo às suas tabelas. Traga um exemplo impresso e o arquivo na conversa inicial.

/Q9

Quais códigos de barras o RCTag gera?

Lineares: Code 128, GS1-128 (com AIs entre parênteses), EAN-13, UPC-A, Code 39 e ITF / 2 de 5 intercalado. Bidimensionais: QR Code, com nível de correção e magnificação, e Data Matrix. O editor calcula a largura do símbolo e a zona de silêncio pelo conteúdo — o código nasce legível no tamanho da etiqueta, e cada simbologia vira o comando ZPL correspondente.

/Q10

Minha impressora é 300 dpi — muda alguma coisa?

A resolução é configurada por estação: 203, 300 ou 600 dpi (8, 12 ou 24 dots por milímetro). É esse número que converte milímetro em ponto na hora de gerar o ZPL — com ele certo, a mesma etiqueta sai no tamanho físico correto em qualquer das três. Temperatura e velocidade de impressão também são ajustadas por estação.

Contato

Traga uma etiqueta que você imprime hoje.

A conversa mais útil começa com um exemplo real: a etiqueta que a sua operação imprime, o volume por mês e quantos pontos imprimem. A partir daí a gente diz o plano que serve — e se não servir, diz isso também.